terça-feira, 1 de maio de 2012

Equinácea


Os índios americanos foram, provavelmente, os primeiros a usar a equinácea, uma planta herbácea originária da América do Norte. Usavam-na sobretudo para cicatrizar feridas e para picadas de serpentes. Hoje em dia, embora os seus usos sejam sobretudo outros, a equinácea é cada vez mais usada pelos ocidentais. A raiz da echinacea purpurea é essencialmente usada em produtos medicinais, sendo conhecida pelas suas propriedades de combate a gripes e constipações.


Segundo uma pesquisa realizada na Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, publicada na revista científica The Lancet Infectious Diseases, o consumo da equinácea pode reduzir em 58% as hipóteses de desenvolver constipações. O mesmo estudo, dirigido por Craig Coleman, indica ainda que a equinácea reduziria também o tempo de duração das constipações.


A equinácea é, pois, tradicionalmente utilizada em situações de gripes, constipações, rinites e sinusites, uma vez que estimula as defesas naturais do organismo. No entanto, o seu efeito é, sobretudo, preventivo.


Tem ainda propriedades protectoras do aparelho respiratório. É útil em casos de convalescença, sobretudo nos casos de infecções causadas por bactérias e vírus. É também usada em afecções cutâneas e herpes. Como a planta é capaz de aumentar a capacidade de resposta do sistema imunológico, é aconselhada para todos os tipos de infecções virais, bacterianas e por fungos, pois proporciona maior produção de anticorpos e glóbulos brancos.


A equinácea pode ainda favorecer a regeneração do tecido conjuntivo e da cicatrização. Como tal pode ser útil em casos de feridas, queimaduras e acne. É também referida como sendo anti-inflamatória e como tendo propriedades antibióticas.

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