domingo, 19 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Comunicação
Qual a coisa mais importante para ti? Dizeres o que tens a dizer ou fazeres com que o outro entenda o que queres dizer? Expores apenas a tua opinião, nua e crua, sem te preocupares com o facto de poderes magoar os outros? Pensa bem: Quando apenas «disparas» as tuas convicções, não estás a levar em conta que os outros, pelo facto de ficarem magoados, se defendem, se fecham, e pura e simplesmente não te vão ouvir ou compreender.
Eu estou sempre a dizer que vocês têm de ser quem são. Sem desvios ou cedências. Mas para uma pessoa ser quem é, ela deverá fazer-se compreender pelos outros. Para não gerar mais incompreensão, intolerância e violência à sua volta. Pois bem. O desafio é: Sê quem tu és, com o coração. Depois utiliza a tua mente para conseguires comunicar isso aos outros de forma a que eles compreendam e aceitem.
Se eles compreenderem, óptimo, mais fácil será seres quem és. Se eles não compreenderem, apesar dos teus esforços, apesar da tua diplomacia… Se mesmo assim eles insistirem que querem que tu sejas como eles querem… Aí então está na hora de dar um murro na mesa e mostrar que não vais prescindir de seguir o caminho que a tua alma te mostra todos os dias.
Jesus
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
My life when young
was like a flower
A flower
that loosens a petal or two
from her abundance
and never feels the loss
when the spring breeze comes
to beg at her door.
Now at the end of youth
my life is like a fruit,
having nothing to spare,
and waiting to offer herself completely
with her full burden of sweetness.
to you....
Rabindranath Tagore Art by Guri Stark
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
O Dom Milagroso de um Grande Amor
Na vida de toda a gente há braçados floridos dessas tolices sem importância. Só a raros eleitos é dado o milagroso dom de um grande amor. Eu teria muita pena que o destino não me trouxesse esse grande amor que foi o meu grande sonho pela vida fora. Devo agradecer ao destino o favor de ter ouvido a minha voz. Pôr finalmente, no meu caminho, a linda alma nova, ardente e carinhosa que é todo o meu amparo, toda a minha riqueza, toda a minha felicidade neste mundo. A morte pode vir quando quiser: trago as mãos cheias de rosas e o coração em festa: posso partir contente.
Florbela Espanca, in "Correspondência (1930)"
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
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