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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Montanha - Alexandra Solnado




"Imagina um homem a caminhar por uma estrada. E a estrada tem contornos, tem curvas, tem subidas e descidas. Imagina também que esse homem encontra à sua frente um verdadeiro obstáculo. Grande. Alto. Largo. Uma montanha. O que é que ele faz? Tem três hipóteses. Ou fica a esmurrar a montanha até a transformar em pó. Ou volta para trás e segue um outro caminho. Ou, a hipótese mais difícil: sobe a montanha. Passa por ela sem sair do seu caminho.
Na primeira hipótese, o homem cansa-se, desgasta-se e se conseguir derrubar a montanha, nessa altura estará tão exausto que não terá forças para continuar o caminho. E o caminho acaba aí. Na segunda hipótese, o homem amedronta-se com a montanha, e volta. Sai, portanto, do seu caminho. Na terceira hipótese, o homem sobe a montanha. Só tem essa chance. Subir. Mas, para subir, ele precisa de se livrar da sua carga. Libertar-se de coisas, desapegar-se de elementos que julgava serem cruciais para essa jornada.
Para subir, o homem tem de aceitar «ser». E vai ficando mais leve. Quanto mais sobe, mais carga liberta e mais leve fica. E quando finalmente chega ao topo, está verdadeiramente liberto. Pode olhar lá de cima para todo o horizonte. E percebe que está diferente. Já não pode descer para voltar ao seu caminho inicial. Deverá continuar dali. E quando ele sentir verdadeiramente isso, eis que um caminho se anuncia a partir dali. Alto, leve, livre.
Quando ele aceitou subir a montanha não sabia que estava a subir de nível energético. E só quando chegou lá acima é que percebeu que já não era necessário descer. O caminho seria feito a partir dali. A vida é exactamente assim. Quando aparece um obstáculo, podes evitá-lo, mudando de caminho mas não de vibração. Ou podes encará-lo, confrontando-te com todas as tuas limitações.
E lembra-te de que confrontares-te com as tuas limitações não é criticá-las nem julgá-las. É aceitá-las e tentar fazer cada dia melhor… mas sem exagero. E é também deixares de te centrar nessas limitações para poderes procurar as tuas capacidades, pois onde há limitações também há capacidades. E quando tiveres encarado o obstáculo e libertado densidade através da aceitação das limitações, nessa altura, estarás a subir a tua frequência energética. E o caminho nunca mais será o mesmo."
O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

sábado, 10 de setembro de 2011

Apesar de ser sido um passeio muito agradável...


Apesar das deliciosas...


Apesar da abundância de...


Levei duas picadelas de bicheza... ui ui ui.... :(

Indo à...

Constatei que é mais barato a cura que a prevenção:


                  1 pomada para picadas: 5,99 euros
1 repelente: 12,16 euros


Parece mentira mas é verdade!
Viva Portugal!!!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Música em PT

Hoje deixo aqui duas músicas portuguesas, bem distintas entre si, reflectindo a velha máxima "o que é nacional é bom".


Esta música leva-nos aos saudosos Heróis do Mar, com um ritmo vibrante e contagiante, a verdadeira música tradicional portuguesa... bem diferente da dita música pimba!


A seguinte, de título Etanol, podia ser do repertório dos Ornatos Violeta, mas não! Pertence aos Prana, oriundos de São João da Madeira, lançaram o primeiro albúm em 2008 e "consideram a música, um doce essencial e inerente à vida". Resta-me dizer que esta música é um autêntico doce auditivo!

domingo, 4 de setembro de 2011

The MEATRIX




sexta-feira, 2 de setembro de 2011

I love my blog!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Uma bela história de amor

“Vou-te dar a mão, duas mãos dadas e duas soltas, duas que nos unem e duas que abraçam o mundo. Quero ver-te, tive alguma dificuldade em te deixar aí ao pé da fogueira, porém continuaste comigo e mais espíritos escutaram a nossa história.”

Tivesse eu o poder de manipular a concepção do tempo… Das duas uma: ou voltaria à fogueira para permanecer a teu lado… dar-te o beijo que não te dei… ou adiantaria todos os relógios até ao momento de te reencontrar…

“Eu e tu estávamos para além, lá onde andam os aviões e naves espaciais. Vem ter comigo… nem que seja a sonhar, temos grande viagem a fazer…”

As saudades que tive ao te ver partir
E as saudade que tenho por nunca mais te ver.
Fiquei na escuridão tão sozinha
Pobre de mim, somente uma menina
Que na fogueira encontrou o refúgio da tristeza da tua partida.
Enquanto a manhã de manso se avizinha e me sussurra ao ouvido:
Tu já não estás comigo…

“Quando a Ana está lá em cima
Quem a ouve está cá em baixo,
E sabendo nós o que é lá em cima
Corre o mundo por nós cá em baixo
Como símbolo do amor,
Um pássaro que passa,
Dois seres que se abraçam
E outros que cantam…
E nós beijamo-nos…”

Podia agarrar nas tuas palavras e fazer uma música. A mais bela música com as tuas palavras. Uma música especial que permaneceu no meu ouvido, que me faz querer ser o grilo que te canta e o pintassilgo que te acorda, como o estalar do fogo na fogueira.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

Cenário à Tim Burton em contexto de sala de aula - The Nightmare Before Christmas


Esta aconteceu durante a aprendizagem da segunda música na flauta - "Parabéns a você".

Realmente os míudos até tocavam bem, mas...

contudo...

porém...

tocavam num ritmo de marcha fúnebre...

De repente, senti-me o Jack Skellington a treinar os cânticos de Natal com os moradores da cidade do Halloween...